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quarta-feira, 2 de julho de 2008

Senhrorita Rosa, com a chave inglesa, na cozinha!

(...) entrei no messenger e, como de costume, dei uma lida rápida nos títulos dos contatos online. Tal ato, sempre me faz ter pensamentos engraçados sobre os meus contatos. É muito comum, por exemplo, eu me pegar pensando: "hehe, que babaca", "haha, gostei" ou "humm, isso não se escreve assim"... Já até me peguei traduzindo frases. Enfim, o fato é que havia um título assim: "Cel. Mostarda com o candelabro, no escritório". Não resisti, fui ver de quem era tal criatividade (era do meu primo). Passamos, no mesmo momento, a conversar sobre o jogo.
Incrível, eu nem sequer vejo (quanto mais jogo) detetive à uns seis anos e lembrei de tuuuudo! Não se encontra jogos tão bons e criativos quanto os da década de 70/80.
Minha infância veio à tona...
Perdia-se peças, colocava-se no lugar pedaço de palito de dente, pedrinha, até mesmo, feijão.
Acabavam-se os papéis do jogo, sem problema, fazia-se à mão mesmo. E dá-lhe caneta, lápis, canetinha, giz de cera... Não sei o porquê, mas sempre gostei de ser a Dona Violeta e, porém, nunca me simpatizei com o Sr Marinho. Me irritava ficar na porta do cômodo, esperando a próxima rodada para entrar e fazer as acusações (era a parte maaais divertida). Bem, mas pior ainda era ficar na porta do cômodo esperando a próxima rodada e, antes disso, alguém cisma que foi a minha peça quem matou... E lá vou eu para, sei lá, o Hall...


Os nomes dos suspeitos, das armas e dos aposentos variam conforme a versão do jogo. Em uma versão da década de 70 os suspeitos eram: Coronel Mostarda, Dona Branca, Dona Violeta, Professor Black, Sr. Marinho e Srta. Rosa. As armas eram: candelabro, cano, chave inglesa, corda, faca e revólver. E os aposentos eram: biblioteca, cozinha, escritório, hall, sala de estar, sala de jantar, sala de música, salão de festas e salão de jogos.