(...) é, sei que ainda há muitos filmes a serem assistidos, porém, somente dois, por hora, fazem parte da grande vontade de tê-los comigo até ficar beeem velhinha. São filmes que eu teria (terei) não para assisti-los em momentos X ou Y, e sim para guardar um pouco de mim.
"O Fabuloso Destino de Amélie Poulain"
"Closer - Perto Demais"
Um, faz-me não esquecer da pureza e ingenuidade que ainda me resta.
Outro, revela todas as minhas contradições quando o assunto é Relacionamento!
"_E você o deixou, assim, na lata?
_É o jeito: Eu não te amo mais. Adeus!
_E se ainda ama?
_Não vai embora!
_Nunca deixou alguém que amava?
_Não!"
Eu, sim! Não só deixei escapar uma pessoa que amava, como algumas por quem fui apaixonada. Ainda tenho muito o que aprender, muito do que me desprender, entender, mas já tenho uma certeza: Tenho medo!
É estranho, mas esse medo jamais me causou arrependimentos. Causou tristezas, algumas noites mal dormidas, entretanto, nunca senti real vontade de voltar atrás. Tenho um apego excessivo a minha paz de espírito. Já até sei, a hora de partir é exatamente o momento em que passo a não dormir e acordar bem, feliz, em paz... É, sou covarde! Covarde, pois, ao surgirem os problemas, prefiro me afastar. Um amigo disse que se eu vou e não me arrependo, é porque não amei ou gostei tanto assim, que seja. Eu, na verdade, não cheguei a uma conclusão.
"_Eu te amo!
_Onde? Me mostre? Cadê esse amor?
Não posso tocar nele, eu não sinto. Eu te ouço,
escuto umas palavras, mas não posso fazer nada
com suas palavras vazias."
Eu também não!
Já ouvi várias vezes de um grande amigo: "Glaycinha, o seu cérebro funciona como os masculinos, sabia?". Às vezes, também acho.
Palavras e presentes não me causam suspiros sinceros e profundos. Não que sejam falsos e superficiais, só não são os tipos de suspiros que mais amo, digamos, "sentir".
Palavras, palavras... Cansa ouvir, cansa procurar o local de onde estão saindo. A diferença é gritante entre falar de amor e agir ou fazer amor!
Taí, coincidência ou não, os momentos em que eu decidia, tentando não olhar para trás, partir, eram os momentos que mais escutava: Eu Te Amo.
O que posso fazer com palavras? Se não sinto...
E quem disse que falar de amor, é amar? Eu, heim!
As falas acima são do filme Closer - Perto Demais.
P*S E eu continuo não achando o amor o sentimento mais sublime dos sentimentos!
29 comentários:
Belissimo texto, é pra se pensar quem fala do amor desesperadamente pode estar certa nunca amou e nem sabe se vai amar desse jeito. O teu blog é bastante dinâmico. Bj
Dois filmes fantásticos! Adorei teu texto!
Glayce, os meus comentários são moderados, acabei de liberar o seu, tá? Obrigada!
Beijão
Fiquei feliz com a tua visita e comentário. É bom saber que o meu blog está no circuito. Antes não entrava, ficava só com comentarios de amigos e pronto, agora gostei dessa brincadeira de visitar e conhecer bloggueiros.
Sobre o teu texto, ou melhor sobre os filmes selecionados, só posso dizer uma coisa, vc deu a justificativa necessária para eu gostar dos dois
"Um, faz-me não esquecer da pureza e ingenuidade que ainda me resta.
Outro, revela todas as minhas contradições quando o assunto é Relacionamento!"
Tinha esses conceitos sobre os filmes, mas nunca tinha juntado eles.
obrigado e me visite sempre que quiser. beijos
Olá, moça bonita.
Vim, a princípio agradecer e retribuir a sua visita e gentileza, mas ao entrar, gostei muito do que vi e resolvi ficar um pouquinho mais e bater um papinho despretencioso.
Certo, "meio bruxa, meio fada!", explica a sua afinidade pelos anfíbios, que eu como biólogo (sem trocadilhos), também tanto gosto: pra mim é a sua "metade bruxa", que históricamente usa os meus bichinhos nas suas poções mágicas... Hahahahah!
Quanto às árvores, como trabalhei por nove anos na Secretaria do Meio Ambiente da cidade onde eu moro, eu posso dizer sem medo de errar, que já plantei muito mais do que destruí.
Mas acho que isso é fruto da oportunidade que eu tive de fazer da vida a minha profissão, e como nem todos tem as mesmas oportunidades no nosso país, acho que não fiz mais do que a minha obrigação.
Já os adjetivos e elogios que atribuiu ao meu blog, diria que o que você além de bonita, é exagerada, mas mesmo assim me envaideceu.
Quanto à Mato Grosso, funciona assim: vim de Porto Alegre em 1983 e me apaixonei por essa terra. Hoje moro em Várzea Grande e trabalho em Cuiabá e criei um blog, o "Coisas de Mato Grosso", pra tentar mostrar quanta coisa bacana esta terra tem a oferecer e claro, será um prazer recebê-la lá também, se se interessar em conhecer.
O Planalto Central todo é mágico e parece que cheguei a um dos lugares mais mágicos dele: o seu blog.
Por fim, encontrei duas amigas em comum com você: a Du e a Rose (Pimenta Cor de Rosa).
Diante disso tudo, de um blog moderno e criativo com uma dona super sensível e gentil, só tenho uma coisa a fazer: voltar correndo pra linkar o "Bruxas e Fadas" ao "By Osc@r Luiz" e dar uma espiada por aqui sempre que o meu infelizmente escasso tempo permitir.
Glayce, você é a gentileza em pessoa e receber a sua visita foi um presente pra mim.
Seja sempre muito bem vinda. Agora lá é sua casa também... Pode até fazer xixi de porta aberta, abrir a geladeira, jogar a chave por debaixo da porta que eu nem ligo...
Um beijo com carinho e muito obrigado!
Comprei Closer. O vejo sempre que quero lembrar quem realmente sou...
Amelie ainda está na lista de Desejos...
Olha vc acertando na mosca de novo!!! Esses são dois dos filmes que acho que melhor sintetizaram o que é o amor no cinema, cada um a seu modo!!! Também incluo nessa lista Encontros e desencontros e a série Pushing daisies! São poucos os filmes que capturam essa essência com tanta perfeição! Deus, como somos desajeitados quando queremos falar de amor!!!
Bjo!
eu prefiro Os Goonies e Curtindo a Vida Adoidado!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk (rachando de rir do comentário acima)
Ótimo texto hein menina... mas qtos aos filmes, ñ aguento mais a cara dessa Amelie Poulain. Tá certo q o filme é legalzinho, mas me lembra mto minha ex-namorada...rsrsrs, acho q ela viu umas 48 vezes.
Closer eu ainda ñ vi inteiro, só partes, mas me parece ser bacana.
Filme de amor? Ninguém ganha do Ghost, hehehehe
Abraço
http://falandoprasparedes.blogspot.com
Eu tenho Closer, e o Destino de Amélie esta complicado de se encontrar com o meu na locadora. Me arrepiei todinho ao ler ps textos de Closer...
Como sempre você me fazendo sentir emoções a flor da pele.
Bjs!
"Já ouvi várias vezes de um grande amigo: "Glaycinha, o seu cérebro funciona como os masculinos, sabia?". Às vezes, também acho."
Glayce, minha prima fala isso direto pra mim =/
Linda bruxa, tou morrendo de curiosidade, viu?Chega sexta!!!!!
Adoro seu carinho lá em casa, obrigada por tudo isso, é por sua causa que perco horas na frente dessa máquina....kkkkkkkkkkkkkkk.
Um grande beijo com todo meu carinho.Fico feliz que gosta de pimenta.
Entendo muito você. Também busco minha paz de espírito.
Vou anotar os nomes do filmes.
abraços
"O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" . "Closer" duas genialidades q amo demais . bjux
A reciprocidade é verdadeira quanto as saudades. Por razões obvias, minhas desculpas enviei por email, caso não recebas, escreva-me de novo
que eu reenviarei tantas vezes seja preciso, até que tu me perdoe...
Beijos
Oi menina! valeupela visita! o seu blog é bem legal, mas tenho que discordar com o seu gosto pra filmes. Não sou chegada nem em Amelie TAMPOUCO em Closer (foi mal, eu ODEIO Closer :P). Hehehehe
Se fosse escolher um filme sobre pureza escolheria Peixe Grande e sobre relacionamento escolheria praticamente qualquer um do Woody Allen, por quem sou completamente apaixonada. :)
São mesmo bonitos os filmes.
Eu só discordo de você sobre o amor ser o mais sublime dos sentimentos...
Beijocas.
Passei por aqui e adorei!!
Vou ler um pouco d etudo e depois omento mais!!
bjssssssss
uauuu...vc é inspirada hein? muito legal. ja coloquei nos meus favoritos aqui.
Ah, e valeu pela visita e comentário la no meu blog.
bjao.
EU PREFIRO PORKS!!!!
ah, e ponha na sua lista também um clássico do cinema Brasileiro, "Cinderela Baiana" (O filme da Carla Perez)
Hello!!!
Em primeiro lugar venho agradecer a sua passada pelo meu blog e já adianto minhas desculpas. Andava meio deprê por esses dias. Deu pra perceber pelos posts né? Voltando ao seu blog, eu me identifiquei imediatamente com ele. Você conseguiu prender totalmente minha atenção. De cara a primeira imagem que vejo eh do grandioso Chaplin. Meu ídolo. Ele já escreveu tudo que eu queria ter escrito...
Como se já não fosse suficiente me deparo com um texto sobre relacionamentos, que trata o amor como um sentimento igual a qualquer outro, inerte no espaço e no tempo..ou não!!! Vejo suas palavras nos seus posts mais paecem as minhas minhas, mas de outro ponto de vista, vindo de outra pessoa. Simplesmente fantástico. Também voltarei mais vezes.
Grande abraço.
Seja bem vinda!!!
SAPO
olá,Glayce! Bom, primeiro agradeço a visita ao meu blog e o comentário. Eteja sempre a vontade pra visitar-lo e comentar sempre que quiser. Ele é novinho, estou começando agora no "ramo de blogs". Um novato...rs. Digo-te de antemão, que seu texto está muito bom, gostei banstante. E quanto ao seu "ps"...digo-te que o amor...é...é de se duvidar msm. Ás vezes concordo com a idéia dele ser um jogo de interesses, como tudo na vida.
Abraço,
João Vitor Leão - Staff
Achei seu blog garimpando por aí e gostei do que li. Amo também minha paz de espírito. Covardia ? Não acho. Prefiro chamar de prudência. Parabéns pelas palavras....mas palavras são apenas palavras. Adorei Closer. Bons ventos !
parabens!
sua frase foi uma das mais criativas lá no meu blog.
(do balãozinho)
Seu banner está lá, como prometido.
abçs
Lucas de Oliveira
Olá aquariana
Agradeço a visita também, e pelo visto, você tem esse costume saudável de ler o que as pessoas lêem... maravilha de hábito!
Bem pelo que li do seu blog, suas alegadas dificuldades de falar de si não me parecem tão real: só acho que cada um tem um jeito e "prioridades" sentimentais as quais expressa. Eu tenho para mim que o blog tem essa função quase "terapêutica" do exercício de lidar com o que vai por dentro, exercício que eu acredito que você também procura praticar.
No mais, agradeço novamente pelos elogios. Espero contar com suas visitas.
Grade abraço!
Vida olá! Vejamos se eu acerto comentar aqui no blog...
Filmes, até engraçado eu comentar algo falando de filmes não?
Pois sou suspeito para falar o fascínio e gosto que tenho nessa arte em minha vidinha simples a pacata, Com certeza, acho que a maior parte do meu tempo livre exceto os momentos que estou com os amigos, esteja sempre assistindo algum filme. Dramas, suspense, aventuras, filmes clássicos, históricos, épicos, de guerras (AMO) e comédias. Aliás, nunca foi meu forte comédias e muitos gêneros de filmes de ação, sei lá por que. Vou colocar suas dicas nas minhas listas de prioridades.
Adoro pensar nos filmes que gosto como se fosse parte da história que estou assistindo, os detalhes do roteiro, metáforas, ironias sei lá filmes para mim tem um encanto que muitas vezes os livros não trazem. Talvez por isso prefira os filmes mais antigos, pois os efeitos mesmo toscos davam uma veracidade maior na mente que hoje sabendo que é tudo feito por computação.
Mas bem, em especial não citei romances, que trata inclusive de parte do que seu post dizia. Romances e amores...taí algo que fez pensar bastante pra ta escrevendo isso aqui.
Poucos filmes mesmo para mim tem enredos que realmente mexam comigo tratando-se de romances. E olha que já vi belíssimas histórias, mas acredito que poucas trazem a mesma identificação que você relata lá com seus filmes favoritos.
Amar e amores....palavras, gestos, a atração sentimental (ou física)..tantas coisas envolvem né?
Até irônico ta tossindo pacas com o tempo louco que está em SP agora, mas nisso vem até a calhar, tantas vezes acho que vivo no período além da época atual. O mal do século lá do romantismo e todos aqueles autores amando (e morrendo de tuberculose -humor negro- tem horas que me identifico muito com isso.
Não sei, mas o amor em si, o sentimento, aquela força de vontade que vem lá dentro da alma, mas não sabemos o porquê, nem sua motivação ou resultado. Aquele amor que você simplesmente vê e percebe que faz parte de você e de sua felicidade. E não falo de paixão não...pois essa é aquela que da mesma intensidade que surge, depois desaparece com o tempo e você mesmo percebe que não foi amor.
Refiro-me aquele sentimento que não tem uma expressão ideal para definir o que realmente representa e como nos sentimos quando amamos. Nesse aspecto me considero uma pessoa de sorte (exagerada também), pelos meus amores que tenho na minha vida e quem sem eles eu tenho a real certeza que nada (ou tudo) não valeria coisa alguma.
Amo meus pais, amo minha família (não me refiro a parentes), amo minhas coisas, amo meus amigos, amo meu time de futebol (disse que era exagerado), amo todas coisas que acho importantes..enfim, amor acaba sendo parte da minha existência.
Peco por excesso muitas vezes, por aquela vontade que cada coisinha, da mais simples a mais complexa fosse 110% correta...da mesma forma que me martiriza ver algo que discorde e não possa fazer nada, nem ao menos muitas vezes dizer o que penso a respeito...
Acho que esse é o amor de fato....a humanidade tende a ver o amor entre homem x mulher e principalmente aquele amor entre homem e mulher que dá certo né?
Sempre acreditei que existem pessoas no mundo que nascem para amar e outras para ser amadas....
Muitos quando amam fazem declarações, dizem palavras marcantes, procuram presentes, (muitos fazem coisas consideradas loucuras), muitos tentam colocar esse amor em prática, mas não sei, pelo menos para mim a maior felicidade em amar alguém é pela própria sensação de felicidade que isso traz...
Recordar de um olhar, um gesto, um sorriso, uma mecha ou cacho de cabelos compridos, um momento marcante que ficou gravado na retina, o jeito de ser da pessoa, as casualidades da vida e como esse amor surge, pôxa, acho que não tem nada mais gratificante!
Já escutei que isso é ser nostálgico, exagerado, “Gay”..tantas definições, mas sei lá, esse amor é mais pelas coisas que a pessoa denotam para mim, do que propriamente qualquer obsessão ou desejo.
Eu amo a história do pequeno príncipe, pela metáfora que a Rosa dele tinha para seu pequeno e simples mundinho...é igualzinho para mim. Amar alguém é como se essa pessoa seja lá pelo que for, fizesse meu mundinho melhor pela simples presença que ela tem, mesmo naqueles dias que tal a rosa da história do livro, ela mal quer dizer um “oie” ou não tem nada para falar com o pequeno príncipe!
O mundo de hoje, o que muitos dizem ser o mundo real não é tão puro e inocente assim, existem mágoas, dores, frustrações mas não deixo isso fazer parte do amor que sinto, novamente parodiando o livro, vejo essas coisas como sendo as ervas daninhas, os “baobás” do mundinho do príncipe ou o coração de quem ama....
Muitos se aventuram pelos amores no decorrer da vida, outros tratam desamores com novos amores, outros tentam banir essa emoção pelo uso da razão e assim segue a vida...
Alguns dizem que amam, alguns “fazem” amor, alguns buscam o amor, outros negam o amor, mas fico pensando se realmente isso é amor?
Apenas ame...
Te amo Vida! Ótimos dias ai sempre! Bjos
p.s.: vixi, como vou publicar isso?
Olá, estranha! rsrs Olá, Glayce!
Bom, por ora escolhi este post porque seu título me puxava para lê-lo. Já qua eu ainda sou estranho aqui, nada melhor que deixar minha marquinha por aqui primeiro. rsrs
Mais uma vez, deparo com o filme que a Du indicou para assistir umas duas vezes, o da Amélie Poulain. Preciso deixar de protelar e assisti-lo o quanto antes. Bom, as músicas já me cativaram. Assim, quando o assistir já me sentirei mais próximo, mais "parte" dele.
Obrigado pela visita e pela definição ao meu blog: afável. Fiquei viajando um pouco no termo... :-)
Por ora, adoro o rosa do seu blog. Tinha uma camisa rosa social que amava usar. Isso lá pelos idos dos anos 80, quando essa cor era renegada. rsrs
Um ótimo domingo pra ti também!
Beijos! :-)
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