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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Parece que bebe...

(...) assim como o VMB, o Grammy Latino também teve o desprazer de, pela primeira vez, me ter como telespectadora. Ui!
Na verdade, eu não entendi bem o que houve; mas sei que tiveram premiações aqui e em Houston (EUA), ao vivo e simultâneo. Aí, o Grammy de SP foi Hilário!
Os apresentadores foram o professor Tibúrcio Marcelo Tas e Daniella Cicarelli, péssimas escolhas. O Tas fica melhor no CQC e a Daniella, numa praia qualquer. Erros sucessivos de falas, posicionamentos, direção! Pessoas passavam em frente à Câmera, os envelopes simplesmente não abriam... Eu não sabia se estava assistindo ao CQC ou ao Grammy. Lé com lé, cré com cré, minha gente; desnecessário colocar elementos do Custe o Que Custar no show de premiação.
Ufa, dos males, claro, apenas o menor... Ainda bem que não trocaram os envelopes. Imaginem só, por exemplo:
As irmãs Galvão adentram o palco, anunciam os indicados para Melhor álbum de música tradicional regional ou de raízes brasileiras e, ao abrirem o envelope, lêem em voz alta: Seu Jorge!

Já pensou? Terrível, né? Aconteceu! E eu fui feliz, pois há tempos não ria tão gostoso. Destroca feita, prêmio para a dupla Chitãozinho e Xororó e, dãr, comemoração antecipada do tal Jorge!

E o lado bom? O lado bom foi poder ver o Sambista Nelson Sargento e Marcelo D2 cantarem Arlindo Cruz; uma lenda viva do samba! Poder ouvir o vocalista do Sepultura cantar Garota de Ipanema, aplaudir os 5 prêmios recebidos por Juanes (um puta cantor colombiano), me deliciar com a voz de Julieta Venegas e ratificar como existem artistas bons na América Latina!

E, só para não perder o costume:

Meu Gramofone vai para:

Nariz Arrebitado de Danilo Gentili!