Aí, resumindo: Não conseguiria, sinceramente, captar toda a doçura, entender todas as metáforas que enaltecem o amor se tivesse lido ou assistido O Pequeno Príncipe, quando criança. É, só adentrei o mágico mundo do princepezinho, recentemente. Não havia lido; assisti. O filme é uma delícia! Uma lição de vida dita da melhor forma, com pureza e ingenuidade, dita por uma criança. Ganhei -de um grande amigo- o livro e o dvd... A obra é sen-sa-ci-o-nal, mas ainda prefiro o filme (é mais, sei lá, doce). E o livro da minha vida (agora, pela primeira vez, assumindo a condição de livro da VIDA) é exatamente esse (né, Juca?).
_Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
_É algo quase sempre esquecido -disse a raposa. Significa "criar laços"...
_Criar laços?
_Exatamente. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não necessito de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- O que será que você enxerga nesta figura?
"_A gente só conhece bem as coisas que cativou -disse a raposa. Os homens não têm tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!"


